Nozes e castanhas: a nova estrela do mercado brasileiro

O consumo de castanhas, nozes e frutas secas no mundo tem aumentado em 6% ao ano, de acordo com a International Nut Council (INC). O segmento já representa 18% do total de exportações brasileiras.

Depois de aumentar em 41% o volume exportado e em 78% as receitas provenientes da venda de diferentes qualidades de nozes e castanhas a outros países em 2018 comparado com 2017, o Brasil registrou o envio de 21 mil toneladas de produtos desta natureza para o exterior, com receita de US$ 190 milhões. A cifra é pouco representativa perto de outros produtos da balança comercial do agronegócio e os números poderiam ter sido muito melhores com investimentos adequados em ferramentas de estímulo ao cultivo destes produtos. 

Para que o mercado cresça de maneira apropriada, é preciso estimular não apenas a produção e o consumo, mas a cadeia de forma responsável. Recentemente a Positive Brands colocou no mercado uma nova marca snacks para beneficiar a produção,  incentivando o pequeno e o médio produtor e expandindo a potencialidade do consumo de oleaginosas.

O Nutco nasceu com uma tecnologia chamada fresh roast que garante que o produto chegue fresco e crocante até o consumidor, preservando as características naturais do alimento e mantendo o sal na medida certa. A combinação de aromas e texturas provocam uma experiência sensorial impactante por usar em sua composição um óleo mais nobre que o de soja, o de girassol, além do produto ser livre de glúten. O Mix de Nozes, por exemplo, é composto por castanhas de caju (40%), amêndoas (10%) e amendoins (50%) salgados, valorizando os insumos do nosso território. Diferente da concorrência, o petisco não apresenta uva passa, sendo um atrativo a mais para quem não gosta da presença da frutinha. Além do Mix de Nozes, o produto ainda pode ser encontrado nos sabores de Amendoim e Castanhas de Caju.

Fazendo parte da Positive Brands, o Nutco herda os pilares de Fairtrade, B Corp e Fresh Roast. Isso significa que a marca busca chegar em um modelo 100% do comércio justo de castanhas, além de possuir um modelo de negócio que não visualiza apenas lucros, mas também com retorno à sociedade e ao meio ambiente.

Por trás da marca estão os irmãos  Rodrigo e Felipe Carvalho que já estão há alguns anos promovendo um comércio mais justo para quem está no campo. “Apesar do pouco tempo no mercado, os snacks estão fazendo história ao fomentar a agricultura familiar, auxiliando no combate à pobreza, igualdade de gênero e a sustentabilidade. Acreditamos que alimentos genuinamente brasileiros como as castanhas, produzidas  prioritariamente em solo nacional por agricultores de pequeno e médio porte, sejam uma ferramenta de transformação social impactando positivamente a cadeia inteira”, explica Rodrigo.

Além da pegada positiva, a marca é a primeira a divulgar  os percentuais de cada nut nas embalagens adotando a transparência e o respeito ao consumidor. A embalagem também é compensada através da parceria com o selo Eu Reciclo.

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