Gestão social assegura que decisões sejam tomadas de forma coletiva ao incentivar a cultura de convivência nas cidades inteligentes

Tomaram posse este mês os novos prefeitos dos municípios brasileiros. A esses gestores, caberá a tomada de decisões coletivas importantes pelos próximos quatro anos. Mas e se essas deliberações contassem com a participação de todos? Para os moradores da Smart City Laguna, no Ceará, a gestão social já é uma prática existente e muito bem-sucedida. 

No empreendimento, construído em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza, a participação dos cidadãos na tomada de decisões de cunho coletivo é efetiva. Tudo é deliberado com planejamento a partir do comitê de moradores: coleta de lixo, abastecimento de água, cuidados com jardinagem e métodos construtivos e organização de eventos.

Segundo Susanna Marchionni, CEO da Planet Smart City, empresa responsável pela Smart City Laguna, “com a evolução acelerada das cidades, surge a necessidade da utilização de novos modelos que incluam a participação dos cidadãos como elemento essencial para as decisões sobre o seu funcionamento”.

Como explica ela, as principais ferramentas adotadas pela gestão social da Smart City Laguna são tecnologia, comunicação e educação. Há um estímulo perene para que as informações sejam partilhadas e estratégias voltadas para a cidadania sejam constantemente postas em prática. Além disso, o APP Planet, usado para esse fim, cumpre o papel de ser um grande captador e disseminador de dados e informações. 

Após a tomada de decisões coletivas, de forma presencial ou virtual, o comitê de moradores se encarrega de colocar as deliberações em prática. Quando há a necessidade de diálogo com autoridades locais ou regionais, eles fazem a ponte, em consonância com o que foi definido em grupo. Como complementa Susanna, a dinâmica desperta nas pessoas o senso de pertencimento, capaz de estimular uma gestão mais participativa e sustentável. 

Carina Holanda, empreendedora e uma das moradoras da Smart City Laguna, conta que está realizada com o protagonismo que adquiriu na nova morada. “Logo que cheguei, o comitê me fez sentir acolhida. O sentimento de pertencimento foi tanto que quis participar, para proporcionar o mesmo aos meus vizinhos. É muito bom pode pensar no bem comum e evoluir enquanto comunidade”, comemora ela. 

O bancário Stenio Lima também integra a gestão social e sabe da sua importância: “Em uma cidade ou bairro onde as pessoas são o centro de tudo, nada melhor do que eles próprios gerirem os espaços. Isso acaba de certa forma auxiliando os moradores no engajamento e no relacionamento entre si”.

A Smart City Laguna tem uma área total de 330 hectares e é composta por cerca de sete mil lotes, entre residenciais, comerciais e empresariais. A cidade inteligente inclusiva, a primeira do Brasil, conta com 65 soluções inteligentes, que vão permitir aos seus 20 mil moradores o privilégio de viver um novo conceito de moradia.

Sem comentários

Comentários estão fechados

Anuncie na MADE!

Faça o download do nosso Mídia Kit para maiores informações sobre anúncios!
Clique aqui para baixar

 

O seu portal de lifestyle que mescla conteúdos relacionados ao mercado de luxo, moda, arquitetura, design, gastronomia e turismo, entre outros assuntos.

SIGA, CURTA, COMPARTILHE